Você não tem direito a nada!
“Não saia por aí dizendo que o mundo te deve uma vida. O mundo não te deve nada. Ele estava aqui antes de você.”
– Mark Tawain
Quando jovem, seus pais te dão muitas coisas. À medida que se cresce
pode-se ter a sensação de que o mundo devesse te dar o que você deseja
ou como se ele te devesse algo.
Esta crença pode causar muita raiva e frustração. Porque o mundo
pode não te dar o que você esperava dele. Por outro lado, isso pode ser
bastante libertador. Você se dá conta de que cabe a você mesmo moldar a
sua vida e trabalhar para aquilo que quer. Você não é mais uma criança,
esperando que os pais ou o mundo te dêm algo.
Você está na cadeira do motorista agora. E você pode ir onde quer que deseje.
Fonte: The Positivity Blog
Lucro x Meio Ambiente
A saída da ministra Marina Silva nos faz pensar em como um ministério focado na defesa do meio ambiente pode se comportar num governo focado no desenvolvimentismo. Claro que é possível, em muitas situações, combinar as duas coisas, mas em geral isso aumenta o tempo para realizar a mesma tarefa. E os políticos têm mandatos: tempo é um recurso escasso para eles.
Se a compatibilização do desenvolvimento com a preservação do meio ambiente já é algo complicado dentro de um órgão ambiental, imagine em uma corporação. Numa empresa tudo é convertido em lucro ou custo. Se a sociedade não impor custos às empresas para que estas se preocupem com o futuro de nossas florestas, ar, rios, nossos animais e até da saúde pública estas dependerão da conciência social dos seus donos ou acionistas, que é inversamente proporcional às dificuldades que o mercado apresenta em gerar lucros, para garantir o futuro do planeta.
Acho mais inteligente que a sociedade se organize e pressione para que tanto governos como corporações coloquem a sustentabilidade ambiental a médio e longo prazo no mesmo patamar de importância do sustento no curto prazo de seus resultados.
Nem na repescagem!
Está na imprensa planos para construção de uma refinaria no Maranhão, que sempre teve no seu porto, o de maior calado do país, o seu diferencial. O que se comenta é que “o fator Sarney” também influenciou. Mais uma vez o Ceará, que já tinha perdido para Pernambuco (terra do Presidente) essa prerrogativa, ficou pra trás. A esperança, é claro, permanece no ar.
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