Movido por Desafios

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Imagem do Dia – Carpete de Flores

Em Bruxelas, Bélgica, durante a festa das flores.

Fonte: C Blog

O Que Fazer após Instalar o Wordpress

Este artigo resume uma série de dicas não muito originais em um só lugar. Uma que eu não conhecia era a de deletar o usuário “admin”. Creio que é até uma boa em termos de segurança. Basicamente consiste em criar um novo usuário com privilégios de administrador, fechar a seção e entrar de novo. Aí basta apagar o usuário admin e atribuir os artigos deste ao novo usuário.

Fonte: CSS-Tricks

Ajude as Vítimas das Enchentes de Santa Catarina!

A Rede Federal de Educação Tecnológica (onde fiz meu curso de Técnico em Química, na época em que o CEFET era Escola Técnica) está se mobilizando para arrecadar doações para as vítimas das enchentes de Santa Catarina.

Eu, cearense que sou, conhecedor do outro lado da moeda, e morador do Rio de Janeiro, onde de vez em quando uma dessas acontece, entro nesse esforço de divulgação da capanha de arrecadação. Se você mora perto de algum CEFET, não deixe de ajudar levando roupas e alimentos não-perecíveis a quem perdeu tudo.

A Defesa Civil de Santa Catarina fez a lista do que os desabrigados pela chuva mais precisam. A lista é a seguinte, por ordem de importância:

-Água potável (água mineral);
-Alimentos não perecíveis em embalagens de 1kg, 1 litro, latas, etc. (arroz, feijão, farinha, fubá, macarrão, óleo, sopas prontas);
-Material de higiene pessoal, como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis;
-Produtos de limpeza;
-Roupas para bebês, crianças, jovens e adultos (de ambos os sexos);
-Toalhas, cobertores, lençóis.

Doações em dinheiro – Podem ser feitas diretamente no Fundo Estadual da Defesa Civil de Santa Catarina, no Banco do Brasil, Agência 3582-3, conta-corrente 80.000-7.

Para orientações e outras formas de ajudar recomendo ler este link do G1

Match Point, de Woody Allen

Assisti essa semana ao filme Match Point na Globo. Fazia tempo que não via filme por lá. sso porque a emissora achou que os cariocas não teriam interesse de ver a final da copa sulamericana com Internacional/RS e Estudiantes/ARG.

Lembrei da minha época de escola, tempos pré-VHS, em que todo mundo só assistia filme na Globo…

Também foi dia de voltar a ver filme do Woody Allen. Acho que o último que tinha visto foi Poderosa Afrodite o que em parte explica porque de tanto tempo sem ver um filme do diretor americano, que está numa boa fase de filmes ”europeus”.

Não me considero mais um cinéfilo, se é que já fui um dia, e nunca entendi de arte dramática. Para mim o ator não precisa ser lá essas coisas, basta ser bom o suficiente para me “enganar”. Jonathan Rhys Meyers, que eu conhecia de sua atuação na telesérie do Elvis Presley, foi, na minha pouco abalizada opinião, fazer um ótimo trabalho, conseguindo transmitir muito bem tanto a imagem de jovem seguro de si como de um frágil jovem interiorano.

O que me faz gostar de um filme, e, antes que eu me esqueça, eu gostei bastante deste “Match Point”, é uma boa história, que me surpreenda ou encha os olhos com boas imagens e faça pensar. Esse filme tem tudo isso. Belas imagens de Londres. Várias tramas psicológicas e que até o final não se sabia como seria iria acabar.

O filme é sobre um garoto irlandês, tenista profissional mal sucedido, que se casa com a irmã de um amigo rico, e depois inicia um caso extra-conjugal. Essa trama quase banal, ambientada em Londres, acaba refletindo sobre o quanto o sucesso é determinado pelo esforço próprio e quanto se deve ao acaso.

Por acaso, na revista Época dessa semana, a reportagem de capa também trata desse assunto. E dá pra ver na revista e no filme que a resposta é “um pouco dos dois”. E mais algum coisa. A história de Woody Allen, no entanto, foca nesses aspectos, e a cena do anel que bate na grade (numa clara alusão a bola de tenis que bate na rede, ou a bola que bate na trave no futebol), que acaba virando, num lance de pura sorte um lance de sorte.

Para saber mais: Cinema em Cena

Cheios de Química

A palavra “Chemical” (produto químico, numa tradução livre para o português) tem um sentido bastante pejorativo na língua inglesa. É associada a algo venenoso ou que faz mal à saúde, em oposição a produtos naturais. Ou seja, produtos químicos seriam apenas os produtos sintéticos. Qualquer um que tenha estudado um pouco de química sabe que tudo do mundo material é formado por elementos químicos.

Numa tentativa de educar o grande público a Royal Society of Chemistry está oferecendo um milhão de libras a qualquer um que apresente um produto natural 100% livre de produtos químicos.

Não acho que o senso comum irá mudar muito desta forma, mas certamente mais algumas almas serão salvas da ignorância pela iniciativa da RSC. Aqui no Brasil eu lembro da frase daquela música do Planet Hemp “Uma erva natural não pode te prejudicar”. Como se a nicotina do tabaco dos cigarros fosse produzida em laboratório e não pela natureza…

Fonte: RSC

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