Jun 28, 2009
Pelo visto o Real Player é do tempo do Netscape, mas continua vivo. Hoje precisei ver uns arquivos em RMVB, e me deparei com fato de que o Ubuntu não suporta eles nativamente. Para completar meu Ubuntu é 64 bits, o que sempre traz uma complicação a mais.
Por enquanto só consigo ver e ouvir no mplayer via linha de comando, mas aí acho que o problema é o gmplayer. De todo modo encontrei a solução neste artigo do Viva o Linux. Em resumo:
sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/hardy.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list
sudo apt-get update && sudo apt-get install medibuntu-keyring && sudo apt-get update
sudo apt-get install mplayer w64codecs
Parece que o VLC passou a suportar em sua versão mais recente. Vou atualizá-lo e depois testar.
Jun 28, 2009
Eu não descobri a causa do problema, apenas sei que ocorre no meu Ubuntu. Ao inicializar Firefox no Ubuntu, ele abre cobrindo a barra de tarefas do Ubuntu e a moldura da janela. Não é exatamente um fullscreen, pois se aperto F11 a barra de tarefas diminui mais um pouco. É apenas uma inicialização estranha, um bug.
Infelizmente não é primeira vez que ocorre e a solução que encontrei foi entrar no firefox em safe mode via linha de comando (firefox -safe-mode) e “ressetar” a barra de tarefas. Pelo menos da próxima vez que acontecer vou saber onde está a solução: no meu blog.

Jun 26, 2009
Ontem morreram dois artistas que marcaram época. Para os telejornais, mais do mesmo…

Jun 25, 2009
Uma imagem de tempos menos politicamente corretos.

Imagem de malcontetdiary
Engraçado que aqui em casa o piloto oficial é minha esposa…
Jun 22, 2009

Imagem de wwworks
Dia desses meu filho ficou doente, acordando no meio da noite com dor de ouvido. Uma compressa quente perto do ouvido e paracetamol deram conta do recado até o dia seguinte, quando fomos ao hospital.
Acontece que os hospitais, mesmo os particulares, funcionam em regime industrial: entra criança doente e sai criança doente com receita. O tempo total para isso acontecer leva 2h30min, informação dada pela própria equipe do hospital. Depois que a gente entra na sala do médico não passa mais que dez minutos.
A gente costuma reclamar de nossa sorte na vida, mas vejam o que me aconteceu. Chegamos no início da tarde no hospital (Prontobaby, na Tijuca) que estava cheio. Esperamos uma hora para fazer a triagem (medição de peso e altura da criança) e tínhamos mais uma hora e meia pela frente.
O que fizemos? Fomos ao shopping almoçar e ao voltarmos tivemos que esperar um pouco até surgir uma vaga no estacionamento do hospital. Quando entramos fomos perguntar se o meu filho já havia sido chamado. Enquanto tentávamos descobrir a atendente chama o nome dele. Um minuto a mais almoçando ou esperando uma vaga no estacionamento e teríamos que esperar pelo menos mais uma hora e meia. Isso é que é sorte. Quase não acreditamos. E ainda costumamos reclamar da vida quando as coisas não se encaixam. Tem vezes que se encaixam. Aconteceu comigo desta vez.
Melhor que isso: o Arthur estava congestionado e com otite. 10 dias de antibiótico e descongestionante. Não teve febre, mas deu trabalho danado para tomar as vinte doses do remédio. Reclamar de que?