Aug 29, 2009

Imagem de elmada
O Excel fez grandes coisas pela humanidade, entre elas permitir que qualquer um seja capaz de criar um gráfico. Essa facilidade não impede que sejamos descuidados na utilização dos mesmos.
Gráficos de linha, por exemplo, são ótimos para representar séries de dados. É um tipo de gráfico que evidencia as tendências de aumento ou queda, sugerindo um valor futuro que pode ser calculado por extrapolação.
Por outro lado, o gráfico de pizza é muitas vezes utilizado para fazer comparações entre dados. No entanto, para isso, os gráficos em barras verticais ou horizontais são mais indicados. O gráfico de pizza é ideal, no entanto, quando se quer representar percentuais desde que um destes seja bem destacad0. Por exemplo, pode ser empregado na representação da participação do firefox, opera e chrome no mercado de navegadores, quando se quer destacar como a participação do internet explorer é maior que a soma dos demais.
Em situações em que as participações fossem mais próximas, um gráfico de barras seria mais indicado.
Fonte:Lifehacker
Aug 9, 2009
Uma das principais lições do livro de Mitch Albom é que os últimos dias moribundos de seu professor não foram em vão. Foi uma luta para aproveitar cada segundo que lhe restava, mas o professor considerava-se um abençoado, pois teve a chance de se despedir daqueles que amou, o que pareceu justo para alguém que viveu tão intensamente.
Assistindo o filme “O Segredo“, do diretor e ator Vicent Perez com David Duchovny (Arquivo X) no elenco, lembrei-me justamente do livro de Albom. Mãe e filha sofrem um acidente de carro e só a filha sobrevive, mas em seu corpo está o espírito da mãe.
Ao final, são duas perdas: a do corpo da mãe e a do espírito da filha. Embora guarde semelhanças com histórias de troca de personalidade (como “Se Eu Fosse Você”), o filme foge da comédia, desenvolvendo o drama do “desaparecimento” da filha e do desconforto da mãe em sua nova condição.
No seu final o filme retrata a despedida da mãe, que ao perceber o retorno do espírito da filha a seu corpo de direito, percebe que está diante do seu próprio fim, uma mistura trágica de alegria e tristeza. Ela usa o temppo que lhe resta para despedir-se do marido e passar sua experiência (que no filme dura meses) para a própria filha. Daí ter me lembrado do livro de Mitch Albom.
Embora o filme seja pouco criativo em sua trama, consegue agradar e nos inspira à reflexão, da mesma forma que o livro, de que hoje somos um, mas amanhã seremos pó e que dificilmente teremos a “sorte” de vivermos um meio termo como no filme. O segredo parece ser despertar para o fato de que não somos apenas espírito, nem apenas um corpo, mas um todo indivisível. Um sem o outro, é não apenas incompleto, mas até insuficiente. Melhor cuidar de um e de outro e aproveitar a combinação enquanto nos é possível.
Aug 9, 2009
Vale uma olhada nesta entrevista de Henry Mintzberg feita pelo brasileiro Ricardo Semler. Mintzberg defende que não é possível ensinar administração ou liderança para alguém em uma sala de aula. Essas coisas são aprendidas somente através das experiências diárias. Assim, um MBA poderia ensinar técnicas, principalmente as analíticas, de cada uma das funções administrativas (marketing, contabilidade, RH, etc), mas administrar é mais que a soma de habilidades para cada função isoladamente.
Aprendi que uma boa forma de aprender algo é perguntando como se faz para alguém que sabe. Em geral temos muitos exemplos de pessoas versadas em assuntos que desconhecemos ao nosso redor. Um vizinho de baia, por exemplo. Ter uma boa rede de contatos, portanto, pode ser mais preciosos e útil que fazer um MBA, que constinua válido como local para se desenvolver habilidades analíticas e estabelecer bons contatos.
Fonte: MIT World
Aug 7, 2009

Imagem de JMRosenfeld
Eu sou um rato de shopping center e sei como aquele ambiente pode estimular o consumo. Uma boa dica para evitar sair do shopping cheio de compras imprevistas é criar uma “lista de desejos de compra” e sempre que sentir vontade de comprar algo acrescentar à lista junto com a data ao invés de comprá-lo e só comprar aqueles itens que estiverem a mais de 30 dias na lista de desejos. Presume-se que este é o tempo suficiente para pensar melhor naquela compra e evitar as compras por impulso.
Outra dica é realizar é imaginar uma pessoa te oferecendo aquilo que deseja comprar numa mão e a quantia que você terá que pagar na outra e avaliar o que prefere. Assim gasta-se um minuto para avaliar o valor das coisas e não apenas se é possível ou não comprá-las, o que na era do cartão de crédito nunca é um bom critério de compra. Sugiro uma comparação com o que se ganha por hora, convertendo o valor da compra em horas de trabalho para adquirí-la.
Por fim, aconselho somente gastar com os itens da lista se você estiver com todas as suas contas e investimentos em dia. A moral da história é: evite tomar decisões de compra precipitadas, compre apenas aquilo que estiver no seu planejamento financeiro do mês.
Fonte: Lifehacker
Aug 6, 2009
Dean Rieck, no blog Write to Done, escreveu um bom artigo com dicas para escrever melhor. Creio que as dicas são dirigidas pra blogueiros, mas se aplicam a qualquer um que esteja querendo transmitir uma idéia através de um texto escrito. As sugestões são:
1. Ponha o leitor em primeiro lugar (as palavras são um meio de transmitir as idéias de sua cabeça para a cabeça do leitor);
2. Organize suas idéias (prepare uma lista dos pontos na sequência em que se quer abordar);
3. Use parágrafos e frases curtas e palavras usuais (facilita a comunicação evitar linguagem rebuscada);
4. Escreva como se estivesse num diálogo com alguém;
5. Revise e corte tudo que for desnecessário para comunicar suas idéias.
Fonte: Write to Done