Presente de Natal
Neste ano Papai Noel pela primeira vez o meu filho fez pedido pro Papai Noel. Ele queria um presente do HotWheels. A pista do Monstro (o da figura).
Ele ganhou e ficou super feliz, até pelo Papai Noel tê-lo atendido. Ficou três dias brincando só com ele, o dia inteiro até ter uma decepção: o brinquedo, que tem várias alavancas, quebrou uma delas. Acho que de tanto brincar a alavanca quebrou. Logo a que fica exposta para teste do brinquedo, na caixa. Já havíamos percebido que era meio dura, mas não imaginávamos que poderia quebrar em apenas três dias de uso.
Tentei convencê-lo que haviam ainda várias outras, que a alavanca quebrada não faria falta, mas acho que ele ficou tão chateado que deixou de brincar com o monstro. Guardei então o brinquedo rejeitado na caixa dele e coloquei na prateleira.
Ele chorou muito, mas depois esqueceu do presente de natal, mas sempre que via o monstro na prateleira perguntava se dava pra compra outro. Já tinha pensado em reclamar com a loja, mas temia que esta alegasse que o dano fora causado pelo mal uso.
Como diria a Xuxa, essa história tem que ter um final feliz. A mãe dele resolveu ligar para o SAC da Mattel. Lá a atendente orientou que voltássemos à loja para efetuar a troca e, caso não conseguíssemos, voltássemos a ligar.
Fomos à loja da Americanas e com muita facilidade foi feita a troca e o meu filho voltou pra casa sorrindo de orelha a orelha. Nem pediu pra brincar no shopping de tão feliz que estava.
Não duvido que a mesma alavanca volte a quebrar no futuro. Aos pais, sugiro outros briquedos da mesma linha, menos frágeis e mais divertidos. O Parque do Tubarão, por exemplo. Outra dica que dou é que, embora não esteja explicito no produto, há uma garantia de três meses (creio que é obrigatória por lei).
Enfim, queria deixar registrada minha satisfação com as Lojas Americanas e com a Mattel. Meu filho agradece e sorri de orelha a orelha.
- Reinvista os lucros;
Uma das coisas que eles faziam era prender com um lenço o braço de quem insistia utilizá-lo para impedir que a porta do elevador fechasse. Ao ver seu braço preso geralmente a pessoa levava um susto, tendo uma idéia do que ocorreria caso o sistema de proteção do elevador falhasse e causasse um acidente.


