Nov 30, 2009

Imagem de Adam Melancon
Nunca fui de jogar videogame. Em grande parte porque nunca tive um. Alguns amigos tinham e joguei um bocado com eles, principalmente o Odissey e o Atari quando era criança. Na época do Master System eu já não tinha mais contato com videogames, tendo voltado a vê-los apenas na época de faculdade, quando os jogos já rodavam nos PCs.
Eu hoje, com meus 33 anos, entro na era dos games via Wii, justamente um game para gamers e não-gamers, cuja maioria de usuários são do sexo feminino e que inova na forma de interação do jogo com o usuário. Ganhei no meu aniversário, já faz quase um mês, e concluo que infelizmente continuo não gostando de videogame. Talvez seja porque não tenha encontrado o jogo certo. E com o preço dos jogos vai levar muito tempo para encontrá-lo. Mas continuo achando uma forma bem menos prazerosa de perder meu tempo do que vendo futebol ou um filme por exemplo.
Valeu ter comprado? Sem dúvida! Porque o Arthur, meu filho, curte pra caramba e pôde, na semana passada, fazer o que eu fiz com meu colaga Darcy Neto no Odissey, uns vinte e tantos anos atrás. Como será sua relação com os jogos eu não sei. Quem sabe ele não paga uma dívida minha com a turma do Mário.
Nov 6, 2009
Hoje é aniversário do meu amado filho – Arthur. Hoje ele completa 5 anos! São os melhores cinco anos da minha vida. Obrigado meu filho. Muita saúde pra ti, pois da felicidade a gente corre atrás. Não quero outra coisa daqui pra frente.
Jun 22, 2009

Imagem de wwworks
Dia desses meu filho ficou doente, acordando no meio da noite com dor de ouvido. Uma compressa quente perto do ouvido e paracetamol deram conta do recado até o dia seguinte, quando fomos ao hospital.
Acontece que os hospitais, mesmo os particulares, funcionam em regime industrial: entra criança doente e sai criança doente com receita. O tempo total para isso acontecer leva 2h30min, informação dada pela própria equipe do hospital. Depois que a gente entra na sala do médico não passa mais que dez minutos.
A gente costuma reclamar de nossa sorte na vida, mas vejam o que me aconteceu. Chegamos no início da tarde no hospital (Prontobaby, na Tijuca) que estava cheio. Esperamos uma hora para fazer a triagem (medição de peso e altura da criança) e tínhamos mais uma hora e meia pela frente.
O que fizemos? Fomos ao shopping almoçar e ao voltarmos tivemos que esperar um pouco até surgir uma vaga no estacionamento do hospital. Quando entramos fomos perguntar se o meu filho já havia sido chamado. Enquanto tentávamos descobrir a atendente chama o nome dele. Um minuto a mais almoçando ou esperando uma vaga no estacionamento e teríamos que esperar pelo menos mais uma hora e meia. Isso é que é sorte. Quase não acreditamos. E ainda costumamos reclamar da vida quando as coisas não se encaixam. Tem vezes que se encaixam. Aconteceu comigo desta vez.
Melhor que isso: o Arthur estava congestionado e com otite. 10 dias de antibiótico e descongestionante. Não teve febre, mas deu trabalho danado para tomar as vinte doses do remédio. Reclamar de que?
May 1, 2009

Imagem de Manuela Hoffman
Hoje é primeiro de maio. Significa que já estamos no quinto mês do ano! Abril foi um mês de pouca produção neste blog, mas de muita produção para este blogueiro. Pude ler bastante, quase três livros em um só mês. Estudei bastante sobre logística, gerenciamento de cadeia de suprimento e sistemas de TI corporativos. Por conta disso viajei bastante, conhecendo os sistemas SCM de diversas empresas. Também tirei 10 dias de férias para passar o aniversário da minha mãe com ela lá no Ceará.
Em maio pretendo retomar o meu ritmo normal, mas não vou me comprometer com postagens diárias, pois o trabalho não me permite mais. Pretendo incrementar mais o meu outro blog, onde escrevo mais sobre assuntos profissionais. Deste modo o movido por desafios deve ter uma redução substancial em sua frequencia de postagem. Não estou mito preocupado, pois nesse período que fiquei sm escrever no MPD a frequência de visitação permaneceu muito próxima do normal. Ou seja, a postagem diária, plo menos no MPD, não foi um fator tão relevante para a popularidade do blog na internet.
Espero, no entanto, manter a qualidade dos textos, o que sem dúvida é muito mais importante. E além disso vou continuar escrevendo sobre os livros que andei lendo e os filmes minhas impressões sobre esse tempo que passamos neste planeta.
Mar 26, 2009
Eu me considero um cara generoso. Vira e mexe faço minhas doações para a caridade. Um cara do lar ou abrigo “fulano de tal” vem até o local de trabalho e recolhe uma doação em dinheiro, que espero esteja sendo bem empregado. Nunca fui até o abrigo para checar essa aplicação ou para dar algo mais do que dinheiro.
Nas ruas do Rio de Janeiro, onde resido, há muita população de rua. Nestes casos não gosto de dar esmola, pois posso apenas estar patrocinando algum de seus vícios, já que normalmente morador de rua é um dependente químico ou alcoólatra.
Ontem meu filho foi um exemplo para o pai dele. Sua mãe o chamou para deixar roupas que não lhe serviam mais para moradores de rua, com os quais cruzamos todos os dias, geralmente lhes dando apenas indiferença ou no máximo uma solidariedade muda. Para surpresa da mãe (e minha quando eu soube) ele logo foi atrás de algo para doar e incluiu vários de seus brinquedos. Logo ele que é tão apegado a eles.
Um doa maiores baratos de ser pai é justamente é acompanhar o crescimento de sues filhos. Cada fase dele há um momento especial. Rir, sentar, engatinhar, andar, falar. O meu filho chegou na fase de doar. Te amo meu filho!