Celebrando seus Erros
Se tem algo que procuro incentivar no meu filho é a capacidade de não desistir. Ele não gosta quando as coisas dão errado chegando a chorar. Mas quem gosta quando fracassamos ou simplesmente cometemos erros? Ninguém! (Imagem de tinou bao).
Sei, por experiência própria, que o fracasso é bem doloroso. Não é à toa que o mercado costuma valorizar aqueles profissionais resilientes, ou seja, capazes de absorver o impacto dos fracassos e prosseguir no trabalho como se nada tivesse acontecido.
Neste artigo do Zenhabits, Leo Babauta propõe que deveríamos celebrar nossos erros, pela grande oportunidade que eles representam para crescermos e aprendermos. Concordo com ele. Basta lembrarmos que algumas das melhores descobertas científicas, por exemplo, ocorreram em situações que aparentemente tinham dado errado. Infelizmente, na escola somos punidos quando erramos, ao invés de sermos incentivados a avaliarmos nossos erros e tirarmos lições deles.
O guru corporativo Tom Peters prega a valorização da experiência em oposição ao planejamento tão disseminado nas empresas, onde a prática é tão arraigada (embora muitas vezes negligenciada). Experiência é uma sucessão de erros e acertos, em ambos é possível tirar lições que no conjunto constitui o que chamamos de experiência.
Concordo que devemos celebrar nossos erros, pois são uma ótima oportunidade para aprendermos mais alguma coisa nessa vida dizem ser um palco, mas me parece mais com uma escola preparatória para sabe-se lá o que virá depois.
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