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Quando as Coisas Dão Certo


Imagem de wwworks

Dia desses meu filho ficou doente, acordando no meio da noite com dor de ouvido. Uma compressa quente perto do ouvido e paracetamol deram conta do recado até o dia seguinte, quando fomos ao hospital.

Acontece que os hospitais, mesmo os particulares, funcionam em regime industrial: entra criança doente e sai criança doente com receita. O tempo total para isso acontecer leva 2h30min, informação dada pela própria equipe do hospital. Depois que a gente entra na sala do médico não passa mais que dez minutos.

A gente costuma reclamar de nossa sorte na vida, mas vejam o que me aconteceu. Chegamos no início da tarde no hospital (Prontobaby, na Tijuca) que estava cheio. Esperamos uma hora para fazer a triagem (medição de peso e altura da criança) e tínhamos mais uma hora e meia pela frente.

O que fizemos? Fomos ao shopping almoçar e ao voltarmos tivemos que esperar um pouco até surgir uma vaga no estacionamento do hospital. Quando entramos fomos perguntar se o meu filho já havia sido chamado. Enquanto tentávamos descobrir a atendente chama o nome dele. Um minuto a mais almoçando ou esperando uma vaga no estacionamento e teríamos que esperar pelo menos mais uma hora e meia. Isso é que é sorte. Quase não acreditamos. E ainda costumamos reclamar da vida quando as coisas não se encaixam. Tem vezes que se encaixam. Aconteceu comigo desta vez.

Melhor que isso: o Arthur estava congestionado e com otite. 10 dias de antibiótico e descongestionante. Não teve febre, mas deu trabalho danado para tomar as vinte doses do remédio. Reclamar de que?


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